De estar viva

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A vida é uma sucessão de atropelamentos para os quais, os pedestres nunca estão prontos. A gente é só transeunte.

O amor é outra coisa. O amor é você caminhar e sem aviso uma bandinha passar, te erguer numa cadeira, gritarem uns urras, te descerem para o chão novamente. Num carnaval imprevisto, num bloco queer e anárquico.  Quando seus pés tocam o solo mais uma vez, seu corpo tem várias marcas de batom e uma nota de 50 ou 100 reais repousa no bolso. Um sorriso bobo na cara, uma descrença no absurdo.

E a gente nunca tá pronto, raramente planeja. A gente só sente. Sente demais.

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2 comentários sobre “De estar viva

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